quinta-feira, 30 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aos professores: Leitura Dramática com Regina Duarte

Recomendação da Supervisora de Ensino Maria Cirlei. Vídeo que vem complementar a última aula do Ler e Escrever. Para ver mais, acessem o YouTube!
 

sábado, 11 de agosto de 2012

Esta é para os professores!


Professor influencia hábito de leitura, diz pesquisa
Agência Estado - 30/07/2012

Se o País quiser melhorar o índice de leitura dos seus habitantes, é fundamental investir na capacitação do professor para esse fim. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro no ano passado, mostrou que os professores são os maiores influenciadores desse hábito. Entre as 5 mil pessoas ouvidas em todo o Brasil, 45% apontaram os mestres como tal.Essa foi a terceira pesquisa da série (iniciada em 2001) e, pela primeira vez, os docentes aparecem no topo da lista. No levantamento anterior, feito em 2007, as mães eram a figura mais lembrada nesse quesito. Elas apareciam com 49% das indicações, ante 33% dos professores. Dessa vez, tiveram dois pontos porcentuais a menos que eles: 43%.
"Isso mostra a crescente importância da escola frente ao papel dos pais, que muitas vezes não conseguem dar esse exemplo", afirma Karine Pansa, presidente do Instituto Pró-Livro. "Logo, se tem esse status de influenciador, o professor precisa ser letrado, gostar de ler." No Brasil, no entanto, muita gente ainda corre dos livros. O resultado da pesquisa mostrou que apenas 50% dos brasileiros são considerados leitores - segundo a metodologia, pessoas que leram pelo menos um livro nos três meses precedentes ao questionário da pesquisa. É um índice menor que os 55% registrados em 2007.
Nesses quatro anos, o número de livros lidos por ano também caiu de 4,7 para 4. A queda pode ser entendida pela preferência das atividades de lazer. Em 2011, 28% disseram gostar de ler jornais, revistas, livros e textos na internet no tempo livre. O porcentual era de 36% na pesquisa anterior, em 2007. Enquanto isso, o índice de quem gosta de assistir à TV subiu de 77% para 85%.
"Estamos muito longe de alcançarmos países historicamente leitores, como Espanha e Portugal, que registram 10,3 e 8,5 livros/ano por habitante, respectivamente", diz Karen. No Brasil, são os livros didáticos, lidos por obrigação, os campeões. Biblioteca
Um antídoto para isso, explica Karen, é exatamente o estímulo à biblioteca, equipamento ainda em desuso por aqui. "Precisamos ter estratégias. O público vai se interessar por um acervo bem catalogado, que tenha os livros mais vendidos, uma estante de obras que sempre se renove", diz.
A pesquisa mostrou que 75% da população não frequenta uma biblioteca. Dentre os que frequentam, a maioria (71%) considera o espaço um lugar para estudar; para 61% é um lugar para pesquisa; em seguida, aparece como um ambiente voltado para estudantes para 28% dos entrevistados; e, em quarto, com 17%, a biblioteca é apontada como um local para emprestar livros de literatura. "Isso nos leva a pensar que se deve estabelecer modelos mais atrativos, com internet e filmes, por exemplo. E eu não acho que isso vá tirar o foco do local. Pelo contrário, serve de isca. A pessoa entra sem pensar no livro e sai de lá apaixonada por literatura." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .





Feliz Dia do Estudante!


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Turma da Mônica em: O Estatuto da Criança e do Adolescente

Atendendo aos pedidos dos meus alunos, aqui está o link para ler o ECA (Turma da Mônica) online.
É só clicar aqui: Turma da Mônica em: O Estatuto da Criança e do Adolescente.
Boa leitura!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Educação é prioridade em Macedônia!


O município de Macedônia prioriza a educação e adere ao Arranjo Educacional de Votuporanga. Um dos principais benefícios do modelo de arranjo educacional é justamente a garantia da continuidade das políticas públicas. Normalmente, quanto menos desenvolvido é o município, maiores são as disputas eleitorais e maior é a descontinuidade dos projetos, com as trocas de administração.



"O arranjo é uma parceria que ultrapassa as siglas partidárias e ajuda na efetivação do regime de colaboração, previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, entre os entes federativos.” 

Um dos benefícios que essas "minirredes" educacionais podem trazer, segundo especialistas, é fazer com que as prefeituras percebam que não estão isoladas. "O arranjo traz possibilidades de ampliação do repertório e resolução de problemas comuns.
Outra iniciativa dos arranjos é ajudar os municípios a interpretar dados e, assim, entender os diagnósticos de suas situações educacionais. "Essa possibilidade de integração entre os municípios potencializa nossas forças e diminui as nossas fraquezas"


(Elenice Marques - coordenadora pedagógica da EMEF "Felício Luiz Pereira")